EMPRESÁRIA DISCRETA

October 19, 2010

Quase ninguém imagina o que pode acontecer dentro de um escritório, cujo dono do mesmo, decora sua sala, com fotos da sua família e, até do cachorrinho. Nem eu, imaginava! Prezo a família! Uma vez, em plena quarta-feira, resolvi tirar o dia de folga e sair para resolver algumas pendências e, fazer umas comprinhas. Evidente, que o meu celular tocava a cada 10 minutos, enquanto eu estava no meio de sapatos, botas, sandálias, roupas, balconista...

Tinha ligado no meu telefone fixo e anotou o celular na secretária! Mesmo eu falando que para amanhã teria um horário, ele insistiu muito e até disse que pagaria o dobro, se eu o atendesse em seu escritório, hoje! Poxa! Aquela bota que estava na minha mão era tão lindinha, mas tão carinha então, eu disse:

_Não costumo atender fora, e era verdade, mas se realmente precisa, irei!  O atendimento fora e sendo emergência, é X!  Dei o preço da bota e mais uma bolsa de couro linda e alguns lingeries.  Ele disse que tudo bem! Só que eu deveria ir vestida de empresária discreta. Eu disse que como estava na rua, estava de roupa esporte... Ele disse para que eu me vestisse de acordo e que pagaria tudo. Como tinha pressa, não ia dar tempo de eu ir para casa trocar de roupa, então procurei uma saia, uma blusa de voil estampada, que apesar da transparência, o seu estampado a deixava bem sutil e comprei também, um lindo conjunto de lingeries pretos. Troquei de roupa em uma das lojas! Peguei um táxi e fui para lá! O edifício era grande e vistoso! Peguei o elevador, até o oitavo andar, onde fui recebida por um segurança, que me abriu uma enorme porta de vidro, de onde se viam outras salas, cheias de computadores e gente trabalhando. Perguntei por meu cliente e fui levada a um escritório, ao fundo. Logo que entrei me cumprimentou com um beijo, como se já nos conhecêssemos ha muito tempo, no mundo dos negócios! Fechou a porta e mandou que eu tirasse tudo! _Tudo? Pensei! De nada adiantou estar com uma lingerie linda por baixo. Sentou-se em um sofá que tinha ali na sala, por sinal um sofá que até eu sentaria naquela hora, pois os meus pés estavam doendo de tanto andar pela cidade. Começou a se tocar, por cima da calça e balbuciava alguma coisa.

_Que corpo bonito tem essa puta!  (Puta é quem te pôs no mundo, seu bicho feio!). A cada peça de roupa que eu tirava mais coisa ele falava.

_Vou tirar o meu pau para fora e mandar você mamar ele todo, sua piranha!  (Vou bater nesse cara!) Vou te agarrar toda, sua vadia! Vou foder esse seu bundão! Eu sorria, afinal de contas, ele estava pagando: as botas, a bolsa de couro, os seis conjuntos de lingeries, a roupa de empresária, um scarpin e os meus honorários. Diga aí, quem está fodendo quem? Pensei! Ele sorria e, de vez em quando, olhava para as fotos da família, espalhadas pelo escritório.  Eu tinha a impressão, que ele ficava com mais tesão, quando olhava para as fotos, como se a “família” estivesse observando tudo. Tirou o pau para fora, o que não era tão grande, quanto aos que fazem parte da minha organização, mas se ele pedisse um analzinho básico, até que seria um tamanho ideal. Pediu que eu chupasse o seu pau e mordesse o seu saco.  Não queria que usasse camisinha e, eu disse que então não faria mesmo me pagando mais.  Não sei, mas veio na minha cabeça... Ou esse cara é dono de tudo isso, ou estarei encrencada com um sabichão, aproveitando que o dono viajou! Só me faltava essa! Acabou concordando em colocar a camisinha e mandou que o chupasse bastante, com “pegadas” fortes e, até mordesse um pouco, na base do seu pau. Recostou no sofá, me xingava muito e pedia que eu desse uns tapas em suas bolas. Quanto mais forte eu chupava, estalando a boca e, batia em suas bolas, mais ele se excitava. Quando estava para gozar, me pediu que eu levantasse a cabeça, pois queria gozar “nas tetas”. Gozou muito, urrando e olhando para a foto da sua esposa em sua mesa, cuja antes de me sentar, notei que a tinha virado para o seu lado.  Vai entender!  Também não me interessa, o porquê dessa sua atitude!  O que importa é que me pagou além do que eu pedi e, por uma sessão que não durou 50 minutos, pois logo que gozou, mandou que eu colocasse rápido, a minha roupa, pois tinha um compromisso.
Com a pressa dele, de se ver livre da sua “consciência”, peguei a minha bolsa e sacolas, deixei o meu cartão em cima da mesa e, saí tão discreta, quanto entrei!  Hoje, já me ligou, para dizer que gostou do meu “trabalho” e, que gostaria de fazer outros “negócios” comigo.     Sei lá! Achei muito estranho tudo isso! Vou pensar!

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